terça-feira, 14 de agosto de 2018
MEMBROS DO INSTITUTO CULTURAL CHACHÁ: SÉRIE ENTREVISTA
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domingo, 12 de agosto de 2018
UM BEM-TE-VI NA MINHA CASA
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MEMBROS DO INSTITUTO CULTURAL CHACHÁ: SÉRIE ENTREVISTA
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sábado, 14 de outubro de 2017
Grandes encontros
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domingo, 27 de agosto de 2017
No dia em que descobri as funções do sambaqui
(Publicado primeiramente aqui.)
É primavera de 2014
eu nas pesquisas pruma arte visual
sobre aquela maniazinha
que se carrega pela vida:
querer deixar no mundo um nada que seja
uma coisinha que nos imortalize
e pra isso serve um poema,
uma piada,
uma história,
uma tela,
um biquinho de crochê
um filho
uma foto
uma boneca de pano
a dedicatória escrita num livro
uma pipa caseira
uma casinha na árvore
um souvenir de Itavuvu da Serra
uma receita especial de nhoque
pra usar nos dias vinte nove
serve até um mantra
e, na falta, serve um
bilhetinho já lido
de biscoito da sorte
(...)
escolho representar na tela
uns padrões de pintura rupestre
com a arte da pré-história mostrando
essa mania de deixar pegadas
não é coisa só de agora
(...)
nisso é que acontece
acidentalmente
cruzando google com
livros de história
a minha grande descoberta desse dia:
eu até então pensando que sambaqui
era só um monte de concha antiga
descubro que nos antigamentes
ele era espaço multiuso,
monumento, mirante, cemitério,
oficina metalúrgica e lítica
além do calcário para a construção civil
comparado em livros e estudos
às esfinges e pirâmides do Egito!
será que eles sabiam que essa concharada
tinha chance de chegar ao nosso tempo?
só sei que hoje, quando ando na praia
e vejo qualquer cacareco de marisco,
com um cantinho do olho entre
o astigmatismo e a agonia
eu olho pra trás, olho pra frente
enxergo passado, enxergo futuro
tudo assim meio bagunçado
bem aqui no meu presente.
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Fenomenologias 'lagunensis'
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Textos semanais n'O Correio
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domingo, 9 de julho de 2017
Um três de julho pra chamar de muito meu
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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017
"Floreios" nas Histórias em Postais
UPDATE:
Aqui a entrevista para o Correio do Porto decorrente da Convocatória.
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terça-feira, 3 de janeiro de 2017
Bagagem crônica
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quinta-feira, 1 de setembro de 2016
MATÉRIA DE POESIA
https://issuu.com/ocorreio/docs/ed_1383
Conheci uma parede tatuada de tempo
que na mesma hora sequestrou meu olhar
em ca sa men to
eu ali, me
desconstruída
i n t e i r a
ao pé de si
com a câmera na mão
sem cuidar os carros
sem dizer um não
não só pra luminescência
das palavras pintadas
e há muito
rasgadas de vento
– doces velas cristais –
e outras
mas pro arranjo que elas fazem
com a exclusivíssima paleta
de mofos
em seis ou sete tons
ricamente desiguais
sobre tijolos de barro com mato
e samambaias lhes brotando
de por dentro
bordado fino
de poeira
e letras
velhas
já um pouco
cínicas
e risonhas
de muito
dormirem no
sereno
e nisso eu tateio no bolso
dentre trevos e recibos
uma leve incerteza florescida:
(enxergasse o Manoel de Barros
a sequência de três minutos e tal
que dura de ponta a ponta
esse nosso casamento
quiçá essa pintura renderia
alocada em seu caderninho de ocasião
e sem moeda com que se lhe pagasse
a peso de nuvem alta
uma over
dose bruta de
matéria de poesia)

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quarta-feira, 3 de agosto de 2016
Coisa-Poema n. 2 (e a horta no fórum)
A partir de 7'59: https://www.youtube.com/watch?v=eUkz61B4U2s&authuser=0 A matéria que o pessoal da TV Justiça veio fazer na semana do meio ambiente, sobre minha eco-artística-exposição de nome Coisa-Poema n. 2 e sobre a nossa horta do fórum num pedacinho de chão onde antes não nascia nada. (E nas outras matérias do programa há mais exposições e assuntos bacanas). E uma outra matéria sobre a expo no site do TJSC: http://portal.tjsc.jus.br/web/sala-de-imprensa/-/exposicao-de-servidora-e-artista-plastica-marca-semana-do-meio-ambiente-em-laguna [Tô achando que me faltava era mesmo reacordar esse saco sem fundo virtual pra organizar as miscelâneas da vida. Ou pelo menos juntar tudo e fazer a bagunça num lugar só.]
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